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Maio Roxo chama atenção para doenças inflamatórias intestinais

Conscientização

Maio Roxo chama atenção para doenças inflamatórias intestinais

Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal é celebrado no próximo sábado (19); diversas ações serão realizadas durante todo o mês no HC-UFMG

Diarreia crônica, urgência para evacuar, cólica abdominal e emagrecimento são alguns sintomas relacionados às doenças inflamatórias intestinais (DIIIs), distúrbios inflamatórios envolvendo o trato gastrointestinal cuja incidência vem crescendo em todo o mundo. As mais comuns são a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, patologias que afetam cerca de 5 milhões de pessoas em todo o mundo, mas ainda são desconhecidas de grande parte da população.

Para aumentar o debate público em torno do problema e sensibilizar a sociedade da importância do diagnóstico precoce e do tratamento correto para melhora da qualidade de vida dos pacientes, já que para a maioria dos casos não há cura, foi criado o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal, celebrado no próximo sábado (19). No Hospital das Clínicas da UFMG, diversas ações serão realizadas durante todo o mês de maio no Ambulatório do Intestino do Instituto Alfa de Gastroenterologia (IAG).

Nesta segunda-feira (14), houve distribuição de cartilhas informativas para pacientes e familiares que aguardavam por atendimento. Durante a abordagem, a enfermeira Marcela Monteiro Pinheiro falou sobre a doença, seus principais sintomas e tratamentos. Houve ainda uma divertida apresentação musical, que trouxe na letra da música aspectos importantes da Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, e um café especial para equipe e pacientes.

De acordo com a coordenadora do ambulatório, a médica Maria de Lourdes de Abreu Ferrari, as doenças inflamatórias intestinais estão cada vez mais frequentes e o diagnóstico é trabalhoso. “A partir de uma suspeita clínica, partimos para o estudo completo do intestino, por meio do auxílio de exames diversos”, afirmou. Segundo a médica, o tratamento precoce interfere diretamente no curso natural da doença, melhorando o prognóstico, por isso mesmo a importância de chamar a atenção para o problema, ampliando a discussão e sensibilizando a população.

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