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Hospital Universitário de Campina Grande adere à campanha Julho Bordô

Objetivo é divulgar a laserterapia no combate a lesões orais em pacientes com câncer

Você já ouviu falar em Julho Bordô? Este mês, o Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC) participa dessa campanha nacional de saúde, desenvolvida com o objetivo de conscientizar a população sobre o combate e a prevenção de lesões orais em pacientes oncológicos. Quem precisa de quimioterapia agressiva ou radioterapia para tratamento de câncer está sujeito a essa complicação (mucosite oral), que prejudica a qualidade de vida do paciente.  
 
Segundo o professor William Melo Junior (docente da Universidade Federal de Campina Grande, instituição a qual o HUAC é vinculado), a mucosite oral é uma das complicações mais frequentes, sintomáticas e preocupantes da quimioterapia  e radioterapia. Geralmente, dura de duas a quatro semanas.

“Desde 2013, desenvolvemos um projeto de extensão universitária na UFCG focado em laserterapia. O objetivo é adotar a tecnologia laser de baixa intensidade, para remir e prevenir as lesões orais decorrentes do tratamento neoplásico”, explicou. 

LANÇAMENTO

A campanha Julho Bordô foi lançada no HUAC-UFCG, no dia 12 deste mês, com um concerto do grupo Cordas & Sopros na ala de oncologia pediátrica do hospital. A apresentação musical integrou o Festival de Música de Campina Grande e faz parte do projeto “Laserterapia e ações transdisciplinares na oncologia pediátrica”, que possui uma linha chamada “A arte invade o hospital”. 

O trabalho inclui atividades lúdicas e educativas com o objetivo de humanizar o tratamento dos pacientes. “Com isso, a gente traz arte e cultura para os pacientes internados, que não podem ir a um teatro, não podem ir a um cinema. Então a gente faz isso para também melhorar a qualidade de vida deles”, comentou William Melo. 

CONCERTO
Crianças e adolescentes atentos à novidade. Na ala onde estão internados, um grupo musical apresenta os instrumentos que vão utilizar. Logo depois, a magia começa e um som conhecido invade o ambiente: é a música Sítio do Picapau Amarelo, de Gilberto Gil e que ganhou o Brasil como trilha sonora de um programa de televisão baseado na obra de Monteiro Lobato. 

A essa composição, unem-se outras,  como Carinhoso (Pixinguinha), Jura (Sinhô) e Ó Abre Alas (Chiquinha Gonzaga). A cada execução, a plateia infanto-juvenil acompanhava com sorrisos, menear de cabeça ou movimentos dos pés.  

“Esse tipo de atividade lúdica agrega, trazendo um momento diferente. Todos os dias esses pacientes são submetidos a medicações, procedimentos invasivos, dolorosos, então a música contribui para a sensação de bem-estar e as crianças, realmente, vão se beneficiar desse momento”, afirmou a médica Renata Gurgel, chefe da ala de oncologia pediátrica do HUAC.

Para o superintendente do hospital, Homero Rodrigues, esse tipo de ação tem uma importância enorme. “Esses pacientes passam uma grande parte do tempo internados, às vezes dois, três meses, e precisam de alguma atividade lúdica que os motive e levante seu astral. Não só a medicação, não só o diagnóstico é importante, mas, no caso de crianças, a brincadeira e a música são importantes para a recuperação”.   

Angélica Lúcio - Jornalista HUAC-UFCG

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