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Pacientes com diabetes ganham festa de Natal

Confraternização

Pacientes com diabetes ganham festa de Natal

Crianças e adolescentes recebem visita do Papai Noel, presentes e um lanche especial

Teve Papai Noel, presente, lanche especial e pintura de rosto. Foi uma manhã de confraternização, que reuniu a equipe do Ambulatório de Diabetes do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), pacientes e familiares nesta segunda-feira (11). Tudo preparado com muito carinho e com a ajuda de voluntários. 

“É um momento de celebração e de mostrar que é possível comer coisas gostosas. Também aproveitamos para conversar com os pais nesse dia e saber o que podemos melhorar no nosso ambulatório”, explica a endocrinologista pediátrica Fernanda Lopes.

As comidas foram preparadas especialmente para os pacientes, que não precisaram se preocupar com o que poderiam comer, mesmo vendo uma mesa repleta de doces. “É muito legal porque não preciso me preocupar, é tudo sem açúcar”, conta a pequena Mariana Grymberg, de nove anos, diagnosticada com diabetes há dois anos e meio. A mãe dela, Ana Cecília Grymberg, ajudou a preparar as comidas. “A Mariana espera esse momento com muita ansiedade. É a família que eu mais confio porque sei que sempre posso contar”, afirma.

A festa de Natal do ambulatório já é uma tradição e conta com o apoio de um grupo de voluntários formado por policiais e amigos. Eles trazem para o HUB o Papai Noel e presentes para todas as crianças e adolescentes. “Não tem preço, o melhor agradecimento é o sorriso das crianças quando ganham os presentes”, garante a voluntária Liana Camargo.

O ambulatório atende cerca de 60 crianças e adolescentes, entre dois e 17 anos. Nos casos mais graves, o tratamento exige consultas a cada três meses. “Fazemos muitas amizades nas consultas e hoje vamos nos reencontrar na festa”, comemora Rafael Silva de 13 anos, diagnosticado com diabetes há um ano e três meses.

Mariana Martins, de nove anos, descobriu a doença há dois anos e meio. Participou da festa de Natal no ano passado e fez questão de comparecer de novo. “Estava imaginando como seria. Gosto da festinha porque conheço mais crianças com diabetes”, afirma. “É um momento muito importante para ela. E se ela está feliz, fico feliz também”, completa o pai de Mariana, Marcos Aurélio Martins.

Imagens:

Assessoria de Comunicação do HUB