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Setor de Farmácia do HUSM passa a contar com duas máquinas para fracionar e embalar medicamentos

agilidade e segurança

Setor de Farmácia do HUSM passa a contar com duas máquinas para fracionar e embalar medicamentos

 

Desde o final de abril, o Setor de Farmácia do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) ganhou um reforço para fracionar e embalar os medicamentos dispensados para as unidades de internação. O trabalho que – até então – era feito manualmente por duas funcionárias e bolsistas, agora, irá contar com a ajuda de duas máquinas unitarizadoras, adquiridas pelo hospital.

O novo equipamento embala comprimidos, cápsulas, drágeas e ampolas em envelopes plásticos de alta resistência, que são lacrados e recebem as informações exigidas pela legislação e o código de barras impressos com tinta específica, que não se apaga com o manuseio. Cada máquina consegue embalar até 40 medicamentos por minuto.
 
- O fracionamento desses medicamentos é necessário para permitir a entrega de forma individualizada, para cada paciente, para 24 horas. É possível inserir alertas sobre os medicamentos, os quais auxiliam na garantia da Segurança do Paciente, como orientações de uso e identificação de Medicamentos Potencialmente Perigosos, Controlados pela Portaria 344/98, termolábeis, de alto custo, entre outros. Dessa forma, o processo de dispensação e administração dos medicamentos fica mais seguro, com a identificação adequada - afirma a farmacêutica Evelyn Langendorf dos Santos, chefe da Unidade de Farmácia Clínica e Dispensação Farmacêutica.
 

Atualmente, cerca de 43% dos medicamentos padronizados são etiquetados individualmente para dispensação.

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) – que faz a gestão do hospital – investiu cerca de R$ 150 mil na compra das máquinas.

- Esse investimento significa um marco para a assistência farmacêutica e de enfermagem no HUSM. As principais vantagens do fracionamento do medicamento são: a segurança na administração da medicação aos pacientes em tratamento; melhor controle na parte logística do Serviço de Farmácia (estoques, compras, distribuição, etc); rastreabilidade dos lotes de medicamentos onde a farmacovigilância se torna bem evidente, garantindo a segurança do paciente. Também vai colaborar para reduzir doenças do trabalho devido à redução da execução de atividades repetitivas – explica a farmacêutica.